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	<title>fragilidadepoetica</title>
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	<description>FRAGILIDADE POÉTICA
Poesias e Fragmentos Poéticos...Um universo de lirismo e sensibilidade...Visitem também Solidão de Alma II  e Minha Série Curtinhos</description>
	<pubDate>Fri, 30 May 2008 14:17:25 +0000</pubDate>
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		<title>Mudanças - Aldo Cordeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 14:17:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soniapallone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[


Quando o mar &#233; calmaria, a gente n&#227;o percebe o tempo passando. Quando a brisa sopra suave, a gente se imagina eterno. E nem percebe que o vento carrega em si a possibilidade da mudan&#231;a, que a calmaria pode ser a acumula&#231;&#227;o interna de explos&#245;es. 
De repente, tudo muda. E o marinheiro inexperiente dan&#231;a, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"></p>
<p align="center"><img alt="" src="http://soniapallone.blog.terra.com.br/files/2008/05/mar1.jpg" /></p>
<p align="justify">
<p><strong>Quando o mar &eacute; calmaria, a gente n&atilde;o percebe o tempo passando. <br />Quando a brisa sopra suave, a gente se imagina eterno. E nem percebe que o vento carrega em si a possibilidade da mudan&ccedil;a, que a calmaria pode ser a acumula&ccedil;&atilde;o interna de explos&otilde;es. </strong></p>
<p align="justify"><strong>De repente, tudo muda. E o marinheiro inexperiente dan&ccedil;a, a dan&ccedil;a de n&atilde;o saber. Quando em lugar de mil palavras, vem um sil&ecirc;ncio atordoante, precedendo o vazio. Quando projetos n&atilde;o passam de devaneios. Quando a ilus&atilde;o dos sonhos ganha a superf&iacute;cie do cotidiano. </p>
<p>No entanto, o vento que destr&oacute;i &eacute; o mesmo que carrega novas sementes. <br />O mar que se revolta &eacute; o mesmo que se acalma e se abre &agrave; aventura dos navios. Talvez por isso, os velhos marinheiros costumam ser calados. <br />Guardam, consigo, segredos dos caprichos do mar. Mant&eacute;m os olhos serenos e alertas, pois os sinais que vem de longe s&atilde;o t&ecirc;nues e inconstantes e, se dormirem no cais, n&atilde;o percebem as mudan&ccedil;as. </p>
<p>Quis aprender. E perguntei a um velho marinheiro aposentado, que <br />fazia caf&eacute;, enquanto o filho acordava para mais uma jornada nas &aacute;guas da <br />Bahia. Mar a dentro, em &aacute;guas que misturam promessas, alegrias ou <br />desilus&otilde;es di&aacute;rias. Um mar t&atilde;o grande e forte e, no entanto, t&atilde;o suscet&iacute;vel <br />aos caprichos da lua , do vento, das raz&otilde;es de seu &iacute;ntimo descontrole <br />emocional. Que reage ao calor ou ao frio como se fosse uma crian&ccedil;a <br />desamparada. Que se perde e avan&ccedil;a, sem se dar conta das necessidades dos filhos de Iemanj&aacute;, sua rainha. </strong></p>
<p align="justify"><strong>- Seu Jo&atilde;o, o senhor aprendeu? </strong></p>
<p align="justify"><strong>- Nunca. Por mais que se aprenda, o mar n&atilde;o se repete. E o vento <br />sempre encontra um jeitinho de enganar, disfar&ccedil;ando tormentas em assovios e car&iacute;cias. O que aprendi foi a respeitar esse velho companheiro, a perceber que suas &aacute;guas podem ser acolhedoras, mas trazem sempre consigo os limites do sal. </p>
<p>Rio de Janeiro, lua nova de novembro, primavera de 2007, noite de chuva, <br />saudades do mar. <br /></strong></p>
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		<title>TARDE DEMAIS PRA NÓS DOIS - Melliss</title>
		<link>http://soniapallone.blog.terra.com.br/2006/11/23/tarde-demais-pra-nos-dois-melliss/</link>
		<comments>http://soniapallone.blog.terra.com.br/2006/11/23/tarde-demais-pra-nos-dois-melliss/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2006 16:17:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soniapallone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Tarde demais para n&#243;s dois (Mell&#237;ss) 
Olho para tr&#225;s, vejo a hist&#243;ria que escrevemos at&#233; aqui, localizo a exata p&#225;gina na qual nos encontramos, vagando perdidos entre as linhas em branco deste dia. Sentamo-nos exaustos nos cantos deste di&#225;rio antigo, em cujas entrelinhas escondemos decep&#231;&#245;es e m&#225;goas, quando as palavras calaram silencios repletos de perguntas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><em><font color="#0000ff">Tarde demais para n&oacute;s dois <br />(Mell&iacute;ss) </p>
<p>Olho para tr&aacute;s, <br />vejo a hist&oacute;ria que escrevemos at&eacute; aqui, <br />localizo a exata p&aacute;gina na qual nos encontramos, <br />vagando perdidos entre as linhas em branco deste dia. <br />Sentamo-nos exaustos nos cantos deste di&aacute;rio antigo, <br />em cujas entrelinhas escondemos decep&ccedil;&otilde;es e m&aacute;goas, <br />quando as palavras calaram silencios repletos de perguntas <br />que deixamos sem respostas, <br />d&uacute;vidas que jamais sanamos, <br />enganos que n&atilde;o pudemos admitir, <br />erros que assumimos sem pedir perd&atilde;o, <br />perd&atilde;o que concedemos sem saber esquecer&#8230; <br />A vida n&atilde;o &eacute; como um rascunho <br />que nos permita passar a limpo os nossos atos, <br />pois &eacute; feita de fatos que ficam registrados, <br />&eacute; maculada irreversivelmente pelas digitais que deixamos <br />na face cristalina dos nossos dias <br />ou nas m&aacute;scaras feitas com a mat&eacute;ria-prima dos nossos sonhos. <br />Olho para tr&aacute;s <br />e j&aacute; n&atilde;o nos reconhe&ccedil;o nestas p&aacute;ginas vazias, <br />despidas de esperan&ccedil;as , nuas, frias ! <br />&Eacute; tarde para tentar um cap&iacute;tulo qualquer, um par&aacute;grafo de amor <br />num romance sem final. <br />Fomos personagens incendiados de ilus&atilde;o, <br />apagados pelo tempo, feitos de solid&atilde;o . </p>
<p><img alt="" src="/files.php?stub=soniapallone&amp;file=IWNpZF8yZDgwMDFjNmUwNjMkZGY1NDM2MjAkMDQwMTAxMGFAZGl2YS5qcGc=" /></font></em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Rotas</title>
		<link>http://soniapallone.blog.terra.com.br/2006/07/10/rotas/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Jul 2006 22:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soniapallone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[


by Ang&#233;lica T. Almstadter 
&#160;
Essas enormes avenidas que me recobrem o corpo&#8230;esses rios caudalosos que j&#225; cantei em tantos dias e em tantas noites seguidas&#8230;levam e trazem vida&#8230;acolhem nas margens uma imensid&#227;o de imagens&#8230; Essa vida que brota exuberante em tons vermelhos fa&#237;scantes jorra como nascentes l&#237;mpidas e escorrem silenciosamente cumprindo um itiner&#225;rio regiamente tra&#231;ado&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong></strong></p>
<p align="center"><strong><img alt="" src="/files.php?stub=soniapallone&amp;file=U09OSU5IXzAxNV9WSS5qcGc=" /></strong></p>
<p align="center"><strong></strong></p>
<p align="center"><strong>by Ang&eacute;lica T. Almstadter</strong> </p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><strong><em><font color="#800000">Essas enormes avenidas que me recobrem o corpo&#8230;esses rios caudalosos que j&aacute; cantei em tantos dias e em tantas noites seguidas&#8230;levam e trazem vida&#8230;acolhem nas margens uma imensid&atilde;o de imagens&#8230; <br />Essa vida que brota exuberante em tons vermelhos fa&iacute;scantes jorra como nascentes l&iacute;mpidas e escorrem silenciosamente cumprindo um itiner&aacute;rio regiamente tra&ccedil;ado&#8230; <br />Mas o ar denso que adentra pelas narinas transita pesado&#8230;quase parado&#8230;se engasga reticente entre os jardins alveolados das minhas reservas &#8230;enroscam na engrenagem&#8230;rangem&#8230;sibilam&#8230;abreviam a vida&#8230; <br />que ainda contente se esparrama petulante &#8230;entoa lamentos serenos&#8230;faz serenata enluarada nessa dimens&atilde;o imprecisa&#8230;.como l&acirc;mina que escraviza e mata solenemente&#8230;cruelmente&#8230; <br />A vida que agita e se guarda aflita&#8230;percorre as linhas e curvas&#8230;pranteia e se lan&ccedil;a&#8230;quase como vingan&ccedil;a pelas fornalhas acesas que queimam incessantes, acessas cortantes&#8230; <br />Fecho os olhos e inalo silente&#8230;o pouco de vida que me &eacute; servido em doses mi&uacute;das&#8230;nas ta&ccedil;as brilhantes &#8230;que j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o fartas como antes&#8230;transbordam chorosas&#8230;e escorrem sem cor para vala comum&#8230;ou se espalham no vento sem aceno&#8230;.</font></em></strong> </p>
<p></p>
]]></content:encoded>
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		<title>PALAVRAS</title>
		<link>http://soniapallone.blog.terra.com.br/2006/04/27/palavras/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Apr 2006 23:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soniapallone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Palavrasby Gabriel Periss&#233;
&#34;&#8230;Palavras doces enjoam depressa.Palavras de fogotornam-se cinzas in&#250;teis,&#160;que o vento leva&#8230;Palavras comunsse perdem em qualquer lugar.Palavras morrem pela boca.Palavras extraordin&#225;rias&#160;ficam na beira da estrada&#8230;&#34;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><font color="#ffff00"><img alt="" src="/files.php?stub=soniapallone&amp;file=MTUuanBn" /></font></p>
<p align="center"><strong><em><font color="#000080">Palavras<br />by Gabriel Periss&eacute;</p>
<p>&quot;&#8230;Palavras doces enjoam depressa.<br />Palavras de fogo<br />tornam-se cinzas in&uacute;teis,<br />&nbsp;que o vento leva&#8230;<br />Palavras comuns<br />se perdem em qualquer lugar.<br />Palavras morrem pela boca.<br />Palavras extraordin&aacute;rias<br />&nbsp;ficam na beira da estrada&#8230;&quot;</font></em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Bruxa Solitária</title>
		<link>http://soniapallone.blog.terra.com.br/2006/04/18/a-bruxa-solitaria/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Apr 2006 23:24:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soniapallone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[

Fragmentos do Poema
A Bruxa Solit&#225;ria 
by Rae Beth

&#34;&#8230;Que o lugar onde habito seja como uma floresta.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Que haja caminhos e veredas para as cavernas&#160; e po&#231;os, &#160;&#225;rvores e flores, animais e p&#225;ssaros,&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; todos conhecidos e por mim reverenciados com amor.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Que minha exist&#234;ncia mude o mundo n&#227;o mais nem menosdo que o soprar do vento,ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img alt="" src="/files.php?stub=soniapallone&amp;file=QkxPRzE3LmpwZw==" /></p>
<p align="center"><font color="#800000"><strong></strong></font></p>
<p align="center"><font color="#800000"><strong>Fragmentos do Poema</strong></font></p>
<p align="center"><font color="#800000"><strong>A Bruxa Solit&aacute;ria </strong></font></p>
<p align="center"><font color="#800000"><strong>by Rae Beth</strong></font></p>
<p align="center"><strong><font color="#800000"></font></strong></p>
<p align="center"><font color="#800000"><strong><em>&quot;&#8230;Que o lugar onde habito seja como uma floresta.<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Que haja caminhos e veredas para as cavernas&nbsp; e po&ccedil;os, <br />&nbsp;&aacute;rvores e flores, animais e p&aacute;ssaros,<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; todos conhecidos e por mim reverenciados com amor.<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Que minha exist&ecirc;ncia mude o mundo n&atilde;o mais nem menos<br />do que o soprar do vento,<br />ou o orgulhoso crescer das &aacute;rvores.<br />Por isso, eu jogo fora minha roupa.<br />Que eu possa conservar a f&eacute;, sempre.<br />Que jamais encontre desculpas para o oportunismo.<br />Que eu saiba que n&atilde;o tenho op&ccedil;&atilde;o,<br />e assim mesmo escolha como a cantiga &eacute; feita,<br />em alegria e com amor.<br />Que eu fa&ccedil;a a mesma escolha todos os dias, e de novo.<br />Quando falhar, que eu me conceda o perd&atilde;o.<br />Que eu dance nua, sem medo de enfrentar meu pr&oacute;prio reflexo&#8230;&quot; </em></strong></font></p>
<p align="center"><font color="#800000"><font size="2">&nbsp;</font> </font></p>
<div align="center"><font face="Arial"></font></div>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Blog Cantinho do Mundo</title>
		<link>http://soniapallone.blog.terra.com.br/2006/04/03/blog-cantinho-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Apr 2006 01:41:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soniapallone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Blog Cantinho do Mundo
(by Marisa Bragalia)
&#160;
&#34;&#8230;Queria a alegria f&#225;cil
dos sorrisos de meninos,
a beleza expl&#237;cita da montanha
ap&#243;s a chuva,
a leveza transparente
do balan&#231;ar das folhas outonais,
queria a vida leve
me levando lentamente
e o vento feito car&#237;cia
falando na voz da noite&#8230;&#34;
&#160;
&#160;ESTALEIROUlisses Tavares
&#34;&#8230;Nem sempre o naviode nossa vidachega ao porto pretendido.Mas nem o desvio da rota&#160;ou o naufr&#225;gios&#227;o derrotas&#8230;Terr&#237;vel &#233; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img alt="" src="/files.php?stub=soniapallone&amp;file=YmxvZzIxLmpwZw==" /></p>
<p align="center"><font color="#ff0000"><strong>Blog Cantinho do Mundo</strong></font></p>
<p align="center"><font color="#ff0000"><strong>(by Marisa Bragalia)</strong></font></p>
<p align="center"><font color="#ff0000"><strong>&nbsp;</strong></font></p>
<p align="center"><font color="#ff0000"><strong><em>&quot;&#8230;Queria a alegria f&aacute;cil</em></strong></font></p>
<p align="center"><font color="#ff0000"><strong><em>dos sorrisos de meninos,</em></strong></font></p>
<p align="center"><font color="#ff0000"><strong><em>a beleza expl&iacute;cita da montanha</em></strong></font></p>
<p align="center"><font color="#ff0000"><strong><em>ap&oacute;s a chuva,</em></strong></font></p>
<p align="center"><font color="#ff0000"><strong><em>a leveza transparente</em></strong></font></p>
<p align="center"><font color="#ff0000"><strong><em>do balan&ccedil;ar das folhas outonais,</em></strong></font></p>
<p align="center"><font color="#ff0000"><strong><em>queria a vida leve</em></strong></font></p>
<p align="center"><font color="#ff0000"><strong><em>me levando lentamente</em></strong></font></p>
<p align="center"><font color="#ff0000"><strong><em>e o vento feito car&iacute;cia</em></strong></font></p>
<p align="center"><font color="#ff0000"><strong><em>falando na voz da noite&#8230;&quot;</em></strong></font></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><strong>&nbsp;</strong><font color="#ff0000"><strong>ESTALEIRO<br />Ulisses Tavares<br /></strong></p>
<p><em>&quot;&#8230;Nem sempre o navio<br />de nossa vida<br />chega ao porto pretendido.<br />Mas nem o desvio da rota<br />&nbsp;ou o naufr&aacute;gio<br />s&atilde;o derrotas&#8230;<br />Terr&iacute;vel &eacute; passar anos a fio<br />sem coragem de navegar<br />ancorado na mesmice<br />a ver navios&#8230;&quot;<br /></em></font></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Roberto Freire</title>
		<link>http://soniapallone.blog.terra.com.br/2006/03/29/roberto-freire/</link>
		<comments>http://soniapallone.blog.terra.com.br/2006/03/29/roberto-freire/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2006 02:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soniapallone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#160;
Trecho do Livro Ame e D&#234; Vexame
(Roberto Freire)
&#34;&#8230;O amor a gente s&#243; entende quando ainda n&#227;o sentiu e&#160;s&#243; compreende quando&#160;&#160;&#160;&#160; deixou&#160;&#160;&#160; de sentir &#8230; A melhor receita para acabar um amor &#233;&#160; intelectualiz&#225;-lo ou tentar explic&#225;-lo de outra maneira que n&#227;o seja a po&#233;tica e a musical&#8230; Pois elas, na verdade, n&#227;o explicam nada, s&#243; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img alt="" src="/files.php?stub=soniapallone&amp;file=MWdsb2JvLmpwZw==" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><strong><font color="#993300">Trecho do Livro Ame e D&ecirc; Vexame</font></strong></p>
<p align="center"><strong><font color="#993300">(Roberto Freire)</font></strong></p>
<p><strong><font color="#993300">&quot;&#8230;O amor a gente s&oacute; entende quando ainda n&atilde;o sentiu e&nbsp;s&oacute; compreende <br />quando&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; deixou&nbsp;&nbsp;&nbsp; de sentir &#8230; A melhor receita para acabar um amor &eacute;&nbsp; intelectualiz&aacute;-lo ou tentar explic&aacute;-lo de outra maneira que n&atilde;o seja a po&eacute;tica e a musical&#8230; Pois elas, na verdade, n&atilde;o explicam nada, s&oacute; pulsam, como o pr&oacute;prio amor&#8230;&quot;</font></strong></p>
<p><strong><font color="#993300"></font></strong></p>
<p><strong><font color="#993300"></font></strong></p>
<p><strong><font color="#993300"></font></strong></p>
<p align="justify"><strong><font color="#993300"></font></strong></p>
<p><font color="#993300"><font color="#000000"><font color="#ff6600"><strong></strong></font></font></font></p>
<p><strong><font color="#ff6600"></font></strong></p>
<p><font color="#993300"></font></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fragmentos&#8230;</title>
		<link>http://soniapallone.blog.terra.com.br/2006/03/26/fragmentos/</link>
		<comments>http://soniapallone.blog.terra.com.br/2006/03/26/fragmentos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2006 01:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soniapallone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
(by Miriam Monteiro do Blog Meu Porto)
&#34;&#8230;Eu, que sempretecisonhosde delicadasfibras.Eu,que conjugavaos verbosno presente,ondenenhumsentirera abstratoou imposs&#237;vel,e nenhumpret&#233;ritoera imperfeito.Nuncaconcebio verbot&#227;o fustigadode saudade.Nem a palavrat&#227;o lanhadade aus&#234;ncias&#8230;&#34;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img alt="" src="/files.php?stub=soniapallone&amp;file=MTRzLmpwZw==" /></p>
<p align="center"><strong><em><font color="#000080">(by Miriam Monteiro </font></em><em><font color="#000080">do Blog Meu Porto)</font></em></strong></p>
<p align="center"><em><font color="#000080" size="4"><strong>&quot;&#8230;Eu, que sempre<br />teci<br />sonhos<br />de delicadas<br />fibras.<br />Eu,<br />que conjugava<br />os verbos<br />no presente,<br />onde<br />nenhum<br />sentir<br />era abstrato<br />ou imposs&iacute;vel,<br />e nenhum<br />pret&eacute;rito<br />era imperfeito.<br />Nunca<br />concebi<br />o verbo<br />t&atilde;o fustigado<br />de saudade.<br />Nem <br />a palavra<br />t&atilde;o lanhada<br />de aus&ecirc;ncias&#8230;&quot;</strong></font></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Letras e Tempestades</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Mar 2006 19:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soniapallone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
(posted by Simone Oliveira
do Blog Letras e Tempestades)
&#34;&#8230;Aguardei a senten&#231;a eapaguei as met&#225;foras&#8230;Reconstru&#237;&#160; o sorriso Engoli a l&#225;grima&#8230;Mas n&#227;o tenho conseguido costurar as dores da minha alma.Acordo chuva.Deito estrela.Outubro me consome.Tenho fome de gritos e sede de saudades.N&#227;o acredito nem em palavras, nem em sil&#234;ncios.&#160;Estou muda.Calada&#8230;&#34;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img alt="" src="/files.php?stub=soniapallone&amp;file=Mjd3LmpwZw==" /></p>
<p align="center"><font color="#800000"><em><font color="#ff6600"><strong>(posted by Simone Oliveira</strong></font></em></font></p>
<p align="center"><font color="#800000"><em><font color="#ff6600"><strong>do Blog Letras e Tempestades)</strong></font></em></font></p>
<p align="center"><font color="#800000"><em><font color="#ff6600"><strong><br /></strong></font></em><br /><strong>&quot;&#8230;Aguardei a senten&ccedil;a e<br />apaguei as met&aacute;foras&#8230;<br />Reconstru&iacute;&nbsp; o sorriso <br />Engoli a l&aacute;grima&#8230;<br />Mas n&atilde;o tenho conseguido <br />costurar as dores da minha alma.<br />Acordo chuva.<br />Deito estrela.<br />Outubro me consome.<br />Tenho fome de gritos <br />e sede de saudades.<br />N&atilde;o acredito nem em palavras, <br />nem em sil&ecirc;ncios.<br />&nbsp;Estou muda.<br />Calada&#8230;&quot;</strong></font></p>
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		<title>Poema de Regina Gaucha</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Mar 2006 23:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>soniapallone</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#34;&#8230;Hoje minha casa cheirava a anjos
&#160;
e eu t&#227;o abandonada
&#160;
sentia cheiro de flores
&#160;
molhadas pela tempestade.
&#160;
O vento trouxe esta saudade.
&#160;
Levou minha tristeza,
&#160;
e a melancolia se fez sol
&#160;
num horizonte inalcan&#231;&#225;vel aos olhos.
&#160;
Sonho a gente vive
&#160;
tantas quantas vezes quiser.
&#160;
Se a minha saudade
&#160;
voar por a&#237;&#8230;que bom!
&#160;
Se eu sentir um eco
&#160;
sei que n&#227;o morri&#8230;&#34;
&#160;
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			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5"><img alt="" src="/files.php?stub=soniapallone&amp;file=dGVycmE2LmpwZw==" /></font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5">&quot;&#8230;Hoje minha casa cheirava a anjos</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" size="5"></font><font color="#800000">&nbsp;</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5">e eu t&atilde;o abandonada</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" size="5"></font><font color="#800000">&nbsp;</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5">sentia cheiro de flores</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" size="5"></font><font color="#800000">&nbsp;</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5">molhadas pela tempestade.</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" size="5"></font><font color="#800000">&nbsp;</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5">O vento trouxe esta saudade.</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" size="5"></font><font color="#800000">&nbsp;</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5">Levou minha tristeza,</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" size="5"></font><font color="#800000">&nbsp;</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5">e a melancolia se fez sol</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" size="5"></font><font color="#800000">&nbsp;</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5">num horizonte inalcan&ccedil;&aacute;vel aos olhos.</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" size="5"></font><font color="#800000">&nbsp;</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5">Sonho a gente vive</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" size="5"></font><font color="#800000">&nbsp;</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5">tantas quantas vezes quiser.</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" size="5"></font><font color="#800000">&nbsp;</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5">Se a minha saudade</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" size="5"></font><font color="#800000">&nbsp;</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5">voar por a&iacute;&#8230;que bom!</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" size="5"></font><font color="#800000">&nbsp;</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5">Se eu sentir um eco</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" size="5"></font><font color="#800000">&nbsp;</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" color="#800000" size="5">sei que n&atilde;o morri&#8230;&quot;</font></div>
<div align="center"><font face="Comic Sans MS" size="5"></font><font color="#800000">&nbsp;</font></div>
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